


Partiu-se da necessidade de construir uma Praça, centro do novo território (Campolide) e ao mesmo tempo que enquadre a antiga Quinta da Rabicha. A nova rua de Campolide afunda-se dando lugar à superficie a um espaço público onde apenas o eléctrico partilha o "terreiro" com os peões. Esta nova praça com vista sobre o vale abre os "braços" olhando o aqueduto e recebe a luz de poente filtrada pelas árvores. O Corredor Verde passa por aqui sugerindo uma pequena interrupção no passeio de bicicleta para beber um café e ler o jornal numa manhã de fim de semana, e depois da pausa, de volta para a bicicleta, não saber o que fazer com o jornal.